(ENEM - 2022)

JUDD, D. Sem título. 1969.
Disponível em: https://dasartes.com.br. Acesso em: 16 jun. 2022.
Embora não fosse um grupo ou um movimento organizado, o Minimalismo foi um dos muitos rótulos (incluindo estruturas primárias, objetos unitários, arte ABC e Cool Art) aplicados pelos críticos para descrever estruturas aparentemente simples que alguns artistas estavam criando. Quando a arte minimalista começou a surgir, muitos críticos e um público opinativo julgaram-na fria, anônima e imperdoável. Os materiais industriais pré-fabricados frequentemente usados não pareciam “arte”.
DEMPSEY, A. Estilos, escolhas e movimentos. São Paulo: Cosac & Naify, 2003 (adaptado).
De acordo com os textos I e II, compreende-se que a obra minimalista é uma
representação da simplicidade pelo artista.
exploração da técnica da escultura cubista.
valorização do cotidiano por meio da geometria.
utilização da complexidade dos elementos formais.
combinação de formas sintéticas no espaço utilizado.
Gabarito:
combinação de formas sintéticas no espaço utilizado.
a) Alternativa incorreta. A simplicidade não é mencionada no texto, já que esse não é necessariamente um dos sentidos da arte minimalista — pode ser simples, mas representar uma grande sofisticação.
b) Alternativa incorreta. Essa influência do cubismo não é apresentada no texto nem na imagem.
c) Alternativa incorreta. A valorização do cotidiano não é apresentada no texto nem na imagem.
d) Alternativa incorreta. Trata-se do exato oposto, a minimização dos elementos formais.
e) Alternativa correta. A partir da imagem e das descrições do texto, é possível perceber que a arte minimalista combina os elementos, visualmente simples, em um espaço determinado.