(CESMAC - 2015)
A influência da Igreja Católica foi dominante em todas as áreas. Um dos seus teóricos mais conhecido, Santo Agostinho, defendia:
o relativismo cultural que incentivava a existência de diferentes maneiras de se exercer a crença em Deus.
as ideias de Aristóteles fundadas no Realismo e na mitologia existente na Grécia.
o fim do monoteísmo, com adoção de uma religião que aceitasse a multiplicidade de credos e afirmasse a liberdade de expressão.
as reflexões de Platão, que são fundamentais para uma parte significativa do pensamento católico.
a crença no pecado original, sem, contudo, aceitar a predestinação e a onipotência divina.
Gabarito:
as reflexões de Platão, que são fundamentais para uma parte significativa do pensamento católico.
d) Correta. as reflexões de Platão, que são fundamentais para uma parte significativa do pensamento católico.
As reflexões platônicas, que Agostinho recebera boa parte por via de Plotino, foram influentes em seu pensamento, despertando-o para a fé cristã.
a) Incorreta. o relativismo cultural que incentivava a existência de diferentes maneiras de se exercer a crença em Deus.
Agostinho não defendia essa noção, bem ao contrário, estava firmemente convicto de uma verdade absoluta que só se revelava na fé cristã. A partir dessa noção, combateu outras ideias.
b) Incorreta. as ideias de Aristóteles fundadas no Realismo e na mitologia existente na Grécia.
Agostinho teve algumas poucas influências de Aristóteles, como de suas categorias, porém suas noções têm mais influência platônica do que aristotélica. Além disso, as ideias de Aristóteles não fundam-se na mitologia grega.
c) Incorreta. o fim do monoteísmo, com adoção de uma religião que aceitasse a multiplicidade de credos e afirmasse a liberdade de expressão.
Agostinho não defendia o fim do monoteísmo, pois era cristão e convicto na crença de um único Deus triuno. Ademais, combateu o maniqueísmo, que influía uma teoria não monoteísta.
e) Incorreta. a crença no pecado original, sem, contudo, aceitar a predestinação e a onipotência divina.
Agostinho de Hipona acreditava sim na predestinação e na onipotência divina, tanto quanto no pecado original.