(EsPCEx - 2006)
Com relação ao comércio exterior brasileiro na atualidade pode-se dizer que:
o peso das exportações agrícolas é fundamental para a economia do País, ainda predominantemente agroexportadora.
as amplas facilidades comerciais advindas da implementação do Mercosul possibilitaram reverter as relações comerciais externas do Brasil, que deixaram de ser realizadas predominantemente com os Estados Unidos e a União Européia.
existe um predomínio de importações de produtos primários, comercializados principalmente com o Japão, a Argentina e Portugal.
na pauta das exportações, há uma maior participação, em termos de valor, de produtos industrializados, ainda que, em sua maioria, os produtos brasileiros apresentem um valor agregado modesto.
predominaram entre 1995 e 1999 elevados superavits na Balança Comercial do Brasil, devido à desvalorização da moeda nacional frente ao dólar.
Gabarito:
na pauta das exportações, há uma maior participação, em termos de valor, de produtos industrializados, ainda que, em sua maioria, os produtos brasileiros apresentem um valor agregado modesto.
(A) Incorreta. No contexto da questão, em 2006, o Brasil possui uma participação significante da indúsitra de manufaturados na economia. Dessa forma, apesar dessa alternativa estar correta no contexto atual, no período em que a prova foi aplicada, ela estava incorreta.
(B) Incorreta. No contexto da questão os EUA e a União Europeia eram os principais parceiros econômicos do Brasil. No entanto, ao longo dos anos seguintes, a China passa a se tornar a principal parceira brasileira. Portanto, no contexto da aplicação da questão, a alternativa está incorreta.
(C) Incorreta. A importação de produtos primários não está relacionada aos países citados, principalmente no caso de Portugal e Argentina.
(D) Correta. No contexto da aplicação da prova, em 2006, o Brasil possuía um setor importante de produtos semimanufaturados.
(E) Incorreta. A desvalorização da moeda nacional em relação ao dólar diminuiu consideravelmente a partir da implementação do Plano Real, em 1994.