(CESGRANRIO) A frase de Luís, “L’Etat c’est moi” (o estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:
A unidade do poder estatal, civil e religioso, com a criação de uma igreja Francesa (nacional).
A superioridade do príncipe em relação a todas as classes sociais, reduzindo a um lugar humilde a burguesia enriquecida.
A submissão da nobreza feudal pela eliminação de todos os seus privilégios fiscais.
A centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos.
O desejo régio de garantir ao Estado um papel de juiz imparcial no conflito entre a aristocracia e campesinato.
Gabarito:
A centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos.
A) Incorreta. Tal frase não tinha o anseio de criar uma igreja nacional Francesa, mas sim, de centralizar todo o poder no rei.
B) Incorreta. Por mais que existisse uma concepção de superioridade do príncipe para com a plebe (pois se acreditava que o rei havia sido escolhido por Deus), a frase não tinha a intenção de frisar essa concepção, somente, mas sim, de centralizar todo o poder no rei.
C) Incorreta. Tal frase não tinha como objetivo demonstrar a submissão da nobreza feudal, primeiro porque a nobreza não era submissa, e segundo porque o período feudal já havia passado.
D) Correta.
E) Incorreta. Tal frase não tinha como objetivo de estabelecer o rei como juiz imparcial, mas sim, de depositar todo o poder em si mesmo.