(Fgvrj 2016) A imagem a seguir é uma foto que retrata a marcha dos “18 do Forte”, ocorrida em 5 de julho de 1922, quando o Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi tomado durante um levante militar.
Esse movimento está relacionado
à indignação dos militares, em relação à política externa brasileira, considerada subserviente aos interesses norte-americanos.
à reação contra a chamada Coluna Prestes, que percorria o interior do Brasil combatendo as forças do exército.
à repressão ao Partido Comunista Brasileiro, que acabara de ser fundado por influência da Revolução Bolchevique.
aos interesses das elites de São Paulo e Minas Gerais, que estimulavam o levante contra o centralismo do Rio de Janeiro.
ao tenentismo, movimento nacionalista que propunha reformas na estrutura do poder político oligárquico do país.
Gabarito:
ao tenentismo, movimento nacionalista que propunha reformas na estrutura do poder político oligárquico do país.
a) à indignação dos militares, em relação à política externa brasileira, considerada subserviente aos interesses norte-americanos.
Incorreta. Era uma reação a política interna do período.
b) à reação contra a chamada Coluna Prestes, que percorria o interior do Brasil combatendo as forças do exército.
Incorreta. A Coluna Prestes foi um movimento tenentista assim como o 18 do Forte
c) à repressão ao Partido Comunista Brasileiro, que acabara de ser fundado por influência da Revolução Bolchevique.
Incorreta. O 18 do Forte foi um movimento tenentista que não possui relação com o comunismo
d) aos interesses das elites de São Paulo e Minas Gerais, que estimulavam o levante contra o centralismo do Rio de Janeiro.
Incorreta. O 18 do Forte foi um movimento tenentista que era contra o poder oligárquico
e) ao tenentismo, movimento nacionalista que propunha reformas na estrutura do poder político oligárquico do país.
Correta. Segundo Boris Fausto os tenentistas: "[...]pretendiam dotar o país de um poder centralizado, com o objetivo de educar o povo e seguir uma política vagamente nacionalista. Tratava-se de reconstruir o Estado para construir a nação. O grande mal das oligarquias - pensavam eles - consistia na fragmentação do Brasil, na sua transformação "em vinte feudos" cujos senhores são escolhidos pela política dominante.
Embora não chegassem nessa época a formular um programa antiliberal, os "tenentes" não acreditavam que o "liberalismo autêntico" fosse o caminho para a recuperação do país. Faziam restrições às eleições diretas, ao sufrágio universal, insinuando a crença em uma via autoritária para a reforma do Estado e da sociedade." (FAUSTO, Boris. O sentido do Tenentismo in: História do Brasil. EDUSP, 2015. p269)