(FUVEST - 2017)
Com base na tabela, é correto afirmar:
A industrialização acelerada da Alemanha e dos Estados Unidos ocorreu durante a Primeira Revolução Industrial, mantendose relativamente inalterada durante a Segunda Revolução Industrial.
Os países do Sul e do Leste da Europa apresentaram níveis de industrialização equivalentes aos dos países do Norte da Europa e dos Estados Unidos durante a Segunda Revolução Industrial.
A Primeira Revolução Industrial teve por epicentro o Reino Unido, acompanhado em menor grau pela Bélgica, ambos mantendo níveis elevados durante a Segunda Revolução Industrial.
Os níveis de industrialização verificados na Ásia em meados do século XVIII acompanharam o movimento geral de industrialização do Atlântico Norte ocorrido na segunda metade do século XIX.
O Japão se destacou como o país asiático de mais rápida industrialização no curso da Primeira Revolução Industrial, perdendo força, no entanto, durante a Segunda Revolução Industrial.
Gabarito:
A Primeira Revolução Industrial teve por epicentro o Reino Unido, acompanhado em menor grau pela Bélgica, ambos mantendo níveis elevados durante a Segunda Revolução Industrial.
A) incorreta: A industrialização acelerada da Primeira Revolução foi da Inglaterra e Alemanha e não se mantiveram na Segunda.
B) incorreta: A industrialização da Europa é desigual, países como Portugal e Turquia não estão no mesmo nível de Alemanha ou Inglaterra.
C) correta: A alternativa escolhida é corroborada pelos dados apresentados na tabela. Entretanto, para quem se surpreende com a aparente superioridade da Bélgica sobre a França em termos de evolução na produção industrial, convém lembrar que o termo de comparação utilizado é o nível per capita da atividade fabril. Consequentemente, o fato de a população belga ser muito inferior à francesa mostra que a comparação entre a economia dos dois países deve ser relativizada.
D) incorreta: A Ásia veio a se desenvolver e acompanhar os países do Atlântico Norte só adiante no século XVIII.
E) incorreta: O Japão ganhou muita força na Segunda revolução industrial.