(PUC-MG) No final da década de 1920-30, procurava-se um gás inodoro, inócuo, não-corrosivo, não-inflamável e barato, para substituir o gás NH3, então utilizado como gás de refrigeração.
O cientista americano Thomas Midgley Jr., observando a Tabela Periódica, verificou que somente elementos à direita na Tabela originavam compostos voláteis, que a inflamabilidade para os compostos diminuía da esquerda para a direita no período e que a toxidez diminuía de baixo para cima na coluna.
Com base nessas observações, foram sintetizados gases, revolucionando, assim, a indústria de refrigeração. Esses gases são sintetizados do elemento:
neônio
hélio
nitrogênio
flúor
bromo
Gabarito:
flúor
Neônio e hélio não podem ser, pois são gases nobres, ou seja, não são sintetizados na indústria, além disso são muito caros.
Bromo é líquido à temperatura ambiente, então não faz sentido usá-lo para refrigeração como gás.
Ficamos entre nitrogênio e flúor: sabemos, por experiência, que o nitrogênio é um gás muito usado para refrigeração, no entanto, N2 não é sintetizado, mas sim é retirado da atmosfera, que é riquíssima em N2. Desse modo, o gás que nos resta é F2, sintetizado a partir do flúor.