(SLMANDIC)
Em tempos de crescimento célere da frota de veículos circulando pelas metrópoles do mundo a fora nos últimos anos, mobilidade urbana talvez seja o tema mais pertinente deste século XXI. O Brasil, país que pouco investiu em transporte sobre trilhos, está sendo obrigado a conviver com excesso de carros nas vias. O trabalhador brasileiro, culturalmente, tem como plano primordial, a aquisição do próprio meio de transporte. Isso explica o grande número de veículos que vem sendo despejado todos os anos nas ruas das capitais do país.
(Disponível: http://engebras.com.br/index.php/mundo-congestionado-mobilidade-urbana/ Acesso:14 ago. 2016. Adaptado.)
Diferentemente do Brasil, as grandes metrópoles mundiais buscam novas saídas para o problema da mobilidade urbana com a
restrição de circulação do transporte público, em especial nos horários de pico produtivo.
cobrança de multas e tributos que desestimulem o morador de grandes cidades a circular por vias públicas.
limitação do crédito para o trabalhador de baixa renda, evitando o acesso ao automóvel particular.
ampliação da malha viária com diferentes modais de transporte funcionando de forma articulada.
exclusão dos veículos particulares das ruas, permitindo somente a circulação de transporte coletivo.
Gabarito:
ampliação da malha viária com diferentes modais de transporte funcionando de forma articulada.