(UERJ - 2012)
Uma das consequências do acidente nuclear no Japão em março de 2011 foi o vazamento de isótopos radioativos que podem aumentar a incidência de certos tumores glandulares. Para minimizar essa probabilidade, foram prescritas pastilhas de iodeto de potássio à população mais atingida pela radiação. A meia-vida é o parâmetro que indica o tempo necessário para que a massa de uma certa quantidade de radioisótopos se reduza à metade de seu valor. Considere uma amostra de 53I133, produzido no acidente nuclear, com massa igual a 2 g e meia-vida de 20 h. Após 100 horas, a massa dessa amostra, em miligramas, será de:
62,5
125
250
500
Gabarito:
62,5
Foi dado pelo enunciado que a cada 20 horas a massa do radioisótopo se reduz a metade, ou seja, o tempo de meia vida do radioisótopo é de 20 horas. Além disso, é dada a massa inicial de 2 g.
Pela fórmula da cinética de emissões radioativas:
em que n é o número de meias vidas.
Para verificar quantas meias vidas ocorrem em 100 horas, vamos dividir esse valor pelo tempo de meia vida:
Substituindo esse valor, e o valor da massa inicial na fórmula temos:
Como a questão pede o resultado em miligramas: