(Ebmsp 2016) Um casal suspeitou que sua filha fora trocada na maternidade e solicitou a investigação do caso, sabendo que os registros do hospital indicavam o nascimento de seis meninas na mesma data. Para esclarecer a suspeita, inicialmente, foram realizados exames de sangue para o sistema e fator
em todas as meninas.
Designando-se por 1 a suposta filha do casal e por 2, 3, 4, 5 e 6 as demais crianças, obteve-se os resultados apresentados a seguir.
Considerando-se essas informações e os conhecimentos sobre genética, é correto afirmar:
A mãe deverá ser heterozigota para o sistema se a criança 3 for a filha do casal.
Será necessário realizar um exame de DNA com as crianças 1, 3, 4 e 5 para determinar qual delas é a filha do casal já que, pelos resultados apresentados, não é possível excluir a filiação de nenhuma delas.
A mãe com tipo sanguíneo e o pai com tipo sanguíneo
não podem ter filhos com tipo sanguíneo
por isso a criança 2 não pode ser a filha do casal.
O casal em questão só poderá ter filhos com sangue ou
Considerando a mãe heterozigota para o sistema a possibilidade de o casal ter uma criança com tipo sanguíneo
é de
Gabarito:
A mãe deverá ser heterozigota para o sistema se a criança 3 for a filha do casal.
A filha 3 poderá ser filha do casal caso a mãe seja heterozigota para o sistema sendo
É possível excluir a filiação da menina número 1 apenas pelo exame de sangue. A mãe com tipo sanguíneo
e o pai com tipo
podem ter filhos do tipo sanguíneo
caso a mãe seja heterozigota. O casal pode ter filhos com sangue
e
Caso a mãe seja heterozigota para
e o pai
(IAIB), a possibilidade de terem uma criança
é de
de acordo com a tabela: