(Ebmsp 2018) A interação simbiótica é a essência da vida em um planeta apinhado. Nosso cerne, simbiogeneticamente composto, é muito mais antigo que a recente inovação que denominamos ser humano. Nossa forte impressão de diferença em relação a todas as outras formas de vida, nossa ideia de que somos uma espécie superior são delírios de grandeza.
MARGULIS, Lynn. O planeta simbiótico: Uma nova perspectiva da evolução. Rio de Janeiro: Rocco, 2001, p.95.
As relações de simbiose – hoje, amplamente aceitas pela ciência – que retratam as interações históricas entre seres vivos e que favoreceram o estabelecimento de novos tipos orgânicos mais ajustados às condições impostas pelo ambiente, podem ser exemplificadas na presença de determinadas estruturas celulares, como
as mitocôndrias e a carioteca.
os ribossomos e as verminoses.
o retículo endoplasmático e os cloroplastos.
os cloroplastos e as mitocôndrias.
os centríolos e os cromossomos.
Gabarito:
os cloroplastos e as mitocôndrias.
Segundo a Teoria Endossimbiótica, aceita pela ciência como prova do surgimento dos indivíduos eucariontes aeróbicos e fotossintetizantes, procariontes primitivos com capacidade aeróbica e fotossintética, adentraram o corpo de outras células estabelecendo uma relação simbiótica, se estabelecendo como as organelas mitocôndria e cloroplasto. Gabarito D.