(UFMS/2009_modificado) “O mexilhão-dourado tem causado certo pânico entre a comunidade científica e empresários, principalmente do setor elétrico. (...) O prejuízo, tanto ambiental como econômico, será incalculável se medidas de controle da dispersão não forem tomadas. Este informativo tem o objetivo de deixar a sociedade esclarecida sobre a ocorrência no mexilhão-dourado para que a mesma possa ajudar no controle da dispersão. O mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) é um bivalve da família Mytilidae de no máximo 4cm de comprimento. (...). O mexilhão-dourado foi registrado no rio Miranda recentemente, em 2003, e foi observado até a altura do Passo do Lontra. Provavelmente veio do rio Paraguai e chegou ao Miranda, incrustado nos cascos das embarcações, em plantas e equipamentos de pesca (adultos) ou dentro de reservatórios de água (larvas) abastecidos no rio Paraguai. Outra forma de dispersão é através de barcos transportados em rebocadores via terrestre pela BR 262. Larvas e adultos do mexilhão dourado podem ficar em plantas e água, no motor e dentro do barco, e na vegetação presa ao reboque.
Estima-se que o mexilhão-dourado pode sobreviver até 7 dias fora do seu ambiente natural.”
(Fonte: http://www.agronline.com.br/artigos/artigo.php?id=159).
Sobre o mexilhão-dourado, é correto afirmar:
Como a maioria dos moluscos, apresenta desenvolvimento direto.
A troca gasosa é realizada por brânquias.
São predadores ativos apresentando uma cabeça e uma rádula bem desenvolvidas.
São identificados por apresentar serem moluscos com uma concha interna de carbonato de cálcio espiralada.
São moluscos cefalópodes, podem ser encontrados em águas marinhas e continentais.
Gabarito:
A troca gasosa é realizada por brânquias.