(UFSJ 2012) Dois casais desconfiaram que seus bebês foram trocados na maternidade e entraram em contato com um especialista em genética para saber como poderiam ter certeza da troca. Fez-se então uma tipagem sanguínea quanto ao sistema ABO, que chegou ao seguinte resultado:
| Identificação | Tipo sanguíneo |
| Bebê 1 | O |
| Bebê 2 | A |
| Sra. A | B |
| Sr. A | AB |
| Sra. B | B |
| Sr. B | B |
Com base nesses resultados, é CORRETO afirmar que
o bebê número 1 é necessariamente filho do casal Sr. A e Sra. B.
não é possível, com o teste proposto, ser conclusivo sobre o parentesco dos bebês em questão.
o bebê número 2 é necessariamente filho do casal Sr. B e Sra. B.
o bebê número 1 não pode ser filho do Sr. A com a Sra. A.
Gabarito:
o bebê número 1 não pode ser filho do Sr. A com a Sra. A.
Para identificar os progenitores dos bebês devem ser considerados os genótipos associados à cada um dos fenótipos.
| Identificação | Tipo sanguíneo | Genótipo possível |
| Bebê 1 | O | ii |
| Bebê 2 | A |
IAIA ou IAi |
| Sra. A | B |
IBIBou IBi |
| Sr. A | AB | IAIB |
| Sra. B | B | IBIBou IBi |
| Sr. B | B | IBIBou IBi |
Sabendo disso, é necessário realizar os possíveis cruzamentos e proles geradas:
Conhecendo os possíveis genótipos resultantes de ambos os cruzamentos, é possível afirmar que o casal A não pode gerar filhos com fenótipo O.