(Unisinos 2016) No que se refere à sonoridade do poema, assinale a alternativa que melhor apresenta o ideário modernista, reafirmado por Jorge de Lima.
Uma vez que não possui métrica e rima, o poema não tem sonoridade, com o objetivo de ser lido como um texto fragmentado, ambíguo.
O poema apresenta várias rimas, e sua métrica é clássica, o que faz com que observemos uma sonoridade equilibrada.
As rimas presentes no poema, bem como as aliterações e assonâncias, servem para criar um ritmo que lembra a sonoridade africana e a pátria da Negra Fulô.
A ausência de ritmo cria um poema melancólico e sombrio, a fim de contar uma história triste sobre escravos.
É evidente o desequilíbrio sonoro do poema, que deixa a leitura truncada e nos faz associá-lo a um texto em prosa.
Gabarito:
As rimas presentes no poema, bem como as aliterações e assonâncias, servem para criar um ritmo que lembra a sonoridade africana e a pátria da Negra Fulô.
[C]
As rimas presentes no poema, como a rima toante “ô” (chegou, avô, Fulô, Sinhô, mandou, penteou, feitor...), bem como as aliterações (“vem coçar minha coceira, / vem me catar cafuné”) e assonâncias (“Era a fala da Sinhá”), servem para criar um ritmo que lembra a sonoridade africana e a pátria da Negra Fulô.