(Unesp 2006) Um gás ideal, confinado no interior de um pistão com êmbolo móvel, é submetido a uma transformação na qual seu volume é reduzido à quarta parte do seu volume inicial, em um intervalo de tempo muito curto. Tratando-se de uma transformação muito rápida, não há tempo para a troca de calor entre o gás e o meio exterior. Pode-se afirmar que a transformação é
isobárica, e a temperatura final do gás é maior que a inicial.
isotérmica, e a pressão final do gás é maior que a inicial.
adiabática, e a temperatura final do gás é maior que a inicial.
isobárica, e a energia interna final do gás é menor que a inicial.
adiabática, e a energia interna final do gás é menor que a inicial.
Gabarito:
adiabática, e a temperatura final do gás é maior que a inicial.
Quando não há troca de calor envolvida em uma transformação, chamamos esta de adiabática.
Na transformação adiabática Q = 0, tal que:
Como estamos tendo uma compressão no caso desse exercício, nosso trabalho será negativo:
Portanto, teremos um aumento na temperatura do gás.