(UNICAMP - 2011 - 1 FASE ) O vazamento de petróleo no Golfo do México, em abril de 2010, foi considerado o pior da história dos EUA. O vazamento causou o aparecimento de uma extensa mancha de óleo na superfície do oceano, ameaçando a fauna e a flora da região. Estima-se que o vazamento foi da ordem de 800 milhões de litros de petróleo em cerca de 100 dias.
Por ocasião do acidente, cogitou-se que todo o óleo vazado poderia ser queimado na superfície da água. Se esse procedimento fosse adotado, o dano ambiental
não seria grave, pois o petróleo é formado somente por compostos de carbono e hidrogênio, que, na queima, formariam CO2 e água.
seria mais grave ainda, já que a quantidade (em mols) de CO2 formada seria bem maior que a quantidade (em mols) de carbono presente nas substâncias do petróleo queimado.
seria praticamente nulo, pois a diversidade de vida no ar atmosférico é muito pequena.
seria transferido da água do mar para o ar atmosférico.
Gabarito:
seria transferido da água do mar para o ar atmosférico.
Se esse procedimento fosse adotado, o dano ambiental seria transferido da água do mar para o ar atmosférico.
A queima dos hidrocarbonetos, sulfetos e enxofre presentes no petróleo liberaria fuligem, dióxido de enxofre, monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo para o “efeito estufa”. Ocorreria a elevação da temperatura da água e isto alteraria o pH nesta região interferindo na vida microscópica marinha.