(Unifor - Medicina 2023) “É notória a maneira drástica como a biosfera está mudando como consequência, em especial, de atividades humanas. As causas dessa mudança são variadas, incluindo a destruição e a degradação de hábitats, a superexploração de espécies, as invasões de espécies exóticas e as doenças emergentes e, agora, a mudança climática. Uma das maiores consequências ecológicas dessas mudanças tem sido o declínio rápido da biodiversidade, ou a perda de diversidade em escalas genética, de população, de espécie, de ecossistema e global.”
SADAVA, David; HILLIS, David; HELLER, Craig; et al. Vida: a ciência da biologia evolução, diversidade e ecologia. v.2. Porto Alegre: Artmed, 2020.
O esquema a seguir representa o “espiral da extinção”, quando eventos causados por humanos e eventos naturais podem reduzir o tamanho populacional efetivo (número de indivíduos que podem contribuir com descendentes para a próxima geração de espécies), levando, finalmente, a extinções de populações e de espécies.
Eventos adicionais – aleatórios ou não – podem se somar ao(s) evento(s) iniciais favorecendo a extinção de espécies, tais como:
diminuição da mortalidade, maior poder reprodutivo e deriva genética.
aumento da mortalidade, maior capacidade reprodutiva e depressão por endocruzamento.
maior adaptabilidade da população afetada, menor poder reprodutivo e aumento da variabilidade genética.
menor poder reprodutivo, aumento da variabilidade genética e deriva genética.
depressão por endocruzamento, aumento da mortalidade e menor poder reprodutivo.
Gabarito:
depressão por endocruzamento, aumento da mortalidade e menor poder reprodutivo.
a) Incorreta. A diminuição da mortalidade e aumento do poder reprodutivo favorecem a sobrevivencia da espécie, e não para a extinção. A deriva genética não contribui para a extinção.
b) Incorreta. A maior capacidade reprodutiva colabora para a que a espécie não seja extinta.
c) Incorreta. Uma maior capacidade de adaptação e aumento da variabilidade genética são fatores positivos para a sobrevivência.
d) Incorreta. Uma maior variabilidade genética não é um fator que colabora para a extinção.
e) Correta.