FOTO 1:
Disponível em: <https://acervofolha.blogfolha.uol.com.br/2017/07/02/folha-acompanhou-vida-de-boias-frias-durante-mecanizacao-das-lavouras-nas-ultimas-duas-decadas/>.
Acesso em 9 jan. 2021
FOTO 2:
Disponível em: <https://tracan.com.br/blog/materia/conheca-a-colhedora-de-cana-que-e-lider-de-mercado/>.
Acesso em 09 jan. 2021.
A substituição da forma de colheita da foto 1 pela da foto 2 tem impacto
positivo para o trabalhador, uma vez que ele se especializa e realiza menos esforço físico.
positivo para o empregador, que necessita de um investimento inicial maior, porém ganha maiores lucros.
positivo para o meio ambiente, que sofre impactos menores da ação antrópica com a mecanização.
negativo para o trabalhador, que receberá salários menores por trabalhar menos operando máquinas.
negativo para o empregador, que passará a depender de tecnologia estrangeira de difícil acesso no Brasil.
Gabarito:
positivo para o empregador, que necessita de um investimento inicial maior, porém ganha maiores lucros.
A - Incorreto. O impacto para o trabalhador é negativo, uma vez que, com a mecanização da colheita, os postos de emprego diminuem e a necessidade de especialização, custeada muitas vezes pelo próprio trabalhador, aumenta consideravelmente.
B - Correto. A princípio, o empregador gastará mais para adquirir a tecnologia necessária para fazer a colheita (comprar a colheitadeira), mas, a longo prazo, gastará menos recursos com salários, uma vez que a colheita mecanizada retira a necessidade de emprego de trabalhadores para a colheita.
C - Incorreto. A mecanização, no caso das colheitadeiras, oferece maior risco ao meio ambiente, uma vez que utiliza combustível fóssil (diesel) para realizar o trabalho.
D - Incorreto. O trabalhador de fato sai perdendo com a mudança, porém aqueles que continuam no mercado, empregados, tendem a receber salários maiores do que os boias frias, uma vez que são mão de obra qualificada para operar máquinas.
E - Incorreto. Apesar de as máquinas exigirem investimento alto, o que dificulta o acesso de pequenos produtores à mecanização da colheita, a troca continua benéfica para o empregador. Apesar de o investimento inicial ser alto, a longo prazo, os lucros são melhores, principalmente na realidade brasileira de país agroexportador.