Questão 16797

(UEG 2013) A velocidade do sangue através do corpo varia em função da área de secção transversa de um vaso. Considerando-se que a velocidade do sangue seja hipoteticamente constante,

A

a diferença de pressão é inexistente, sendo a pressão inicial constante até a região distal do vaso.
 

B

há diferença de pressão, com a pressão inicial maior que a pressão na região distal do vaso.

C

há diferença de pressão, com a pressão inicial menor que a pressão na região distal do vaso.
 

D

há diferença de pressão, com aumento da pressão entre as regiões inicial e distal do vaso.

Gabarito:

há diferença de pressão, com a pressão inicial maior que a pressão na região distal do vaso.



Resolução:

a) Incorreta. Existe diferença de pressão entre as regiões vasculares, sendo que quanto mais próximo ao coração, maior será a pressão. 

b) Correta. Considerando que a velocidade do sangue é constante a partir do seu bombeamento, e como no enunciado não está sendo evidenciado a diferença no calibre dos vasos, é de se esperar que quanto mais próximo à bomba a pressão será maior e quanto mais distante a pressão irá diminuindo. Gabarito B

c) Incorreta. A pressão inicial é sempre maior que a pressão distal. 

d) Incorreta. Existe diferença de pressão entre as regiões vasculares, sendo que quanto mais próximo ao coração, maior será a pressão. 



Questão 1823

(Ueg 2017)

Considere o seguinte trecho:

“Os gramáticos e os sociolinguistas, cada um com seu viés, costumam dizer que o padrão linguístico é usado pelas pessoas representativas de uma sociedade. Os gramáticos dizem isso, mas acabam não analisando o padrão, nem recomendando-o de fato. Recomendam uma norma, uma norma ideal”. (ref. 1).

Sírio Possenti apresenta nesse trecho uma caracterização da atividade dos gramáticos. Para isso, o autor 

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Questão 1885

(UEG - 2015)

Senhora, que bem pareceis!
Se de mim vos recordásseis
que do mal que me fazeis
me fizésseis correção,
quem dera, senhora, então
que eu vos visse e agradasse.

Ó formosura sem falha
que nunca um homem viu tanto
para o meu mal e meu quebranto!
Senhora, que Deus vos valha!
Por quanto tenho penado
seja eu recompensado
vendo-vos só um instante.

De vossa grande beleza
da qual esperei um dia
grande bem e alegria,
só me vem mal e tristeza.
Sendo-me a mágoa sobeja,
deixai que ao menos vos veja
no ano, o espaço de um dia.

Rei D. Dinis CORREIA, Natália. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Seleção, introdução, notas e adaptação de Natália Correia. 2. ed. Lisboa: Estampa, 1978. p. 253.

 

Quem te viu, quem te vê

Você era a mais bonita das cabrochas dessa ala
Você era a favorita onde eu era mestre-sala
Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua
Suas noites são de gala, nosso samba ainda é na rua
Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais a esquece não pode reconhecer
[...]

Chico Buarque

 

A cantiga do rei D. Dinis, adaptada por Natália Correia, e a canção de Chico Buarque de Holanda expressam a seguinte característica trovadoresca:

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Questão 2706

 (Ueg 2015)

Considerando o experimentalismo surgido com as vanguardas do século XX, constata-se que os poemas de Campos e Pontes são respectivamente   

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Questão 2756

(UEG - 2016)

Em termos verbais, o humor da tira é construído a partir da polissemia presente na palavra

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