Questão 2321

(UFAC-1997)

O PRIMO
Primeira noite ele conheceu que Santina não era moça. Casado por amor, Bento se desesperou. Matar a noiva, suicidar-se, e deixar o outro sem castigo? Ela revelou que, havia dois anos, o primo Euzébio lhe fizera mal, por mais que se defendesse. De vergonha, prometeu a Nossa Senhora ficar solteira. O próprio Bento não a deixava mentir, testemunha de sua aflição antes do casamento. Santina pediu perdão, ele respondeu que era tarde - noiva de grinalda sem ter direito.

(Cemitério de elefantes. Apud CARNEIRO, Agostinho Dias)

De acordo com a norma culta da língua, a única alternativa gramaticalmente correta é:

A

entre eu e tu não há segredos.

B

entre mim e ti não há segredos.

C

entre mim e tu não há segredos.

D

entre tu e mim não há segredos.

E

entre eu e ti não há segredos.

Gabarito:

entre mim e ti não há segredos.



Resolução:

Comentário geral: Para a resolução da questão,é necessário ir direto nas questões e utilizar os pré requisitos a respeito do uso correto dos pronomes "eu", "tu", "mim" e "ti".os pronomes oblíquos, como é o caso da questão:"mim" e "ti" podem apresentar funções sintáticas distintas para a oração, como: Os pronomes pessoais do caso oblíquo são os empregados como objeto direto, objeto indireto ou complemento nominal.Além disso, também podem ser enquadrados agente da passiva e de adjunto adverbial.No caso da oração "entre mim e ti não há segredos.", os pronomes oblíquos apresentam a função de complemento nominal, pois o núcleo desse complemento, segundo a gramática tradicional, é representado por um pronome oblíquo.Portanto, a alternativa correta é a letra B "entre mim e ti não há segredos."



Questão 3178

(UFAC)

Assinale o verbo que possui a mesma forma no presente, passado e particípio passado.

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Questão 8508

(UFAC)

O nome correto para o composto

é:

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Questão 40515

(UFAC - 2004)

As lendas sempre foram alicerces para os povos antigos. Os gregos, por exemplo, tributavam suas origens aos heróis que protagonizam a poesia de Homero, e os romanos, aos irmãos Rômulo e Remo, filhos do deus Marte, eternizados no relato do historiador Tito Livio.

Essas explicações lendárias:

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