(Espm 2018)
Desde a brilhante imagem de Nelson Mandela, sorridente como sempre, depositando voto nas eleições de 1994, liberto ele do cárcere e livre o país do Apartheid, a de Jacob Zuma se desintegrando ao vivo diante dos cidadãos, na quarta-feira passada, na televisão nacional, passaram três presidentes pela história da jovem democracia sul-africana, e um tsunami que minou os ideais do emblemático Congresso Nacional Africano (CNA), o respeitado movimento de libertação convertido em partido no poder.
(https://elpais.com/internacional/2018/02/20)
O texto trata do tsunami político na África do Sul que teve por desfecho:
o impeachment do presidente Jacob Zuma, do CNA, sob acusação de corrupção;
o impeachment do presidente Jacob Zuma, do CNA, com a posse do vice-presidente Thabo Mbeki;
a demissão do presidente Jacob Zuma, do CNA, com a posse de Cyril Ramaphosa, o vice-presidente que assumiu interinamente;
a demissão do presidente Jacob Zuma, com a posse do vice-presidente Thabo Mbeki, homem forte do CNA;
a demissão do presidente Jacob Zuma, do CNA, em meio a um golpe liderado por Mmusi Maimane, do Partido Aliança Democrática.
Gabarito:
a demissão do presidente Jacob Zuma, do CNA, com a posse de Cyril Ramaphosa, o vice-presidente que assumiu interinamente;
a)Incorreta, pois, não houve processo de impeachment do presidente Jacob Zuma, mas, sim, sua demissão pedida pelo próprio Jacob após denúncia de corrupção sobre seu governo.
b)Incorreta, pois, não houve processo de impeachment do presidente Jacob Zuma, além disso, o vice-presidente que assumiu foi Cyril Ramaphosa, e não Thabo Mbeki.
c)Correta, pois, o presidente Jacob Zuma pediu demissão após ser acusado de corrupção e foi substituído pelo vice-presidente Cyril Ramaphosa.
d)Incorreta, pois, o vice-presidente que assumiu foi Cyril Ramaphosa, e não Thabo Mbeki.
e)Incorreta, pois, não houve golpe no processo de demissão de Jacob Zuma, mas, sim, seu pedido de demissão após ser acusa de desviar dinheiro público.