(FUVEST - 2008 - 1ª FASE) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como
incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão da Espanha para impedir a anexação de Portugal.
ato desesperado do Príncipe Regente, pressionado pela rainha-mãe, Dona Maria I.
execução de um velho projeto de mudança do centro político do Império português, invocado em épocas de crise.
culminância de uma discussão popular sobre a neutralidade de Portugal com relação à guerra anglo-francesa.
exigência diplomática apresentada por Napoleão Bonaparte, então primeiro cônsul da França.
Gabarito:
execução de um velho projeto de mudança do centro político do Império português, invocado em épocas de crise.
a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão da Espanha para impedir a anexação de Portugal.
Incorreta. A vinda da corte portuguesa para o Brasil representou uma solução, intermediada pelo Reino Unido, a invasão das tropas francesa e não de uma pressão da Espanha para impedir a anexação de Portugal
b) ato desesperado do Príncipe Regente, pressionado pela rainha-mãe, Dona Maria I.
Incorreta. O deslocamento da corte portuguesa para o Brasil não representou um ato "desesperado" do Príncipe Regente, pressionado pela futura invasão de Napoleão Bonaparte em Portugal.
c) execução de um velho projeto de mudança do centro político do Império português, invocado em épocas de crise.
Correta. Diante da crise política culminada pelas guerras napoleônicas e o bloqueio continental imposto por Napoleão, o governo do príncipe regente, Dom João VI, executou o projeto de mudança do centro político, viabilizando a resolução dos problemas citados.
d) culminância de uma discussão popular sobre a neutralidade de Portugal com relação à guerra anglo-francesa.
Incorreta. Portugal não apresentou neutralidade diante dos problemas relacionados com a guerra anglo-francesa.
e) exigência diplomática apresentada por Napoleão Bonaparte, então primeiro cônsul da França.
Incorreta. A transferência da corte portuguesa para o Brasil não foi uma exigência diplomática, foi uma solução para a situação de ataque das tropas francesas.