(AFA - 2021)
No circuito abaixo, a bateria possui fem igual a e resistência interna r constante e a lâmpada incandescente L apresenta resistência elétrica ôhmica igual a 2r. O reostato R tem resistência elétrica variável entre os valores 2r e 4r.
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Ao deslocar o cursor C do reostato de A até B, verifica-se que o brilho de L
aumenta enquanto a potência dissipada por R diminui.
fica constante enquanto a potência dissipada por R aumenta.
e a potência dissipada por R diminuem.
e a potência dissipada por R aumentam.
Gabarito:
aumenta enquanto a potência dissipada por R diminui.
Vamos supor duas situações:
PRIMEIRA SITUAÇÃO: a resistência do reostato é a mínima, ou seja, . Utilizaremos essa resistência para calcular a corrente. Se a lâmpada possui uma resistência de 2r, a resistência em paralelo entre o reostato e a lâmpada será a metade do valor,
. Assim, a resistência interna da bateria (r) em série com esta resistência em paralelo (r) será igual a 2r. A corrente será:
Como as resistências são iguais, de 2r, teremos a metade da corrente para cada lado.

Logo,
SEGUNDA SITUAÇÃO: a resistência do reostato é a máxima

a resistência em paralelo será:
Teremos a resistência da bateria (r) ligada em série com esta associação em paralelo(), teremos:
A corrente elétrica total no circuito:
Como temos uma associação em paralelo, a corrente i vai passar pelos dois, de forma inversamente proporcional, podemos trabalhar com a ideia de divisor de correntes.
A potência está relacionada com o brilho da lâmpada, vamos utilizar a fórmula da potência para ver qual deles tem a maior corrente elétrica:
Analisando:
R = 2r,
R = 4r, , neste caso a corrente elétrica aumentou, ou seja, pela fórmula da potência (
), a potência também aumentou.
Para saber o que acontece com a resistência temos que analisar:
Na primeira situação:
Na segunda reação, para R =4r. Pela lei dos nós:
Analisando
R = 2r,
R = 4r,
Logo, é possível perceber que houve a diminuição de R.
ALTERNATIVA A