[ITA 2012 - 1 FASE] Em uma superfície líquida, na origem de um sistema de coordenadas encontra-se um emissor de ondas circulares transversais. Bem distante dessa origem, elas têm a forma aproximada dada por h1 (x, y, t) = h0 sen (2π(r / λ – ft)), em que λ é o comprimento de onda, f é a frequência e r, a distância de um ponto da onda até a origem. Uma onda plana transversal com a forma h2 (x, y, t) = h0 sen (2π(x / λ – ft)) superpõe-se à primeira, conforme a figura. Na situação descrita, podemos afirmar, sendo o conjunto dos números inteiros que:
nas posições as duas ondas estão em fase se n ∈
.
nas posições as duas ondas estão em oposição de fase se n ∈
e n ≠ 0.
nas posições as duas ondas estão em oposição de fase se n ∈
e n ≠ 0.
nas posições as duas ondas estão em oposição de fase se n ∈
.
na posição a diferença de fase entre as ondas é de 45°.
Gabarito:
nas posições as duas ondas estão em oposição de fase se n ∈
.
Primeiramente, devemos lembrar que no sistema de coordenadas polares:
Agora, vamos fazer a sobreposição de duas ondas, somando-as:
Utilizando a propriedade de soma dos senos:
Em oposição de fase temos uma interferência destrutiva. Assumindo que realmente seja destrutiva, temos que:
Portanto, basta que o termo independente de t seja nulo para que essa condição seja satisfeita:
Substituindo r:
O ponto P de interferência destrutiva será: