A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “É possível trabalhar para viver e não viver para trabalhar?”. Dependendo da banca visada, a intervenção é optativa, mas não aconselhada.
TEXTO I
Disponível em: https://retlawwalter.blogspot.com/2017/04/256-trabalhar-para-viver-ou-viver-para.html?m=0. Acesso em maio 2021.
TEXTO II
Muitas pessoas vivem em uma corrida contra o relógio. De casa para o trabalho e do trabalho para a casa. Com tanta pressão para cumprir metas, capacitar-se constantemente e pagar as contas, mal sobra tempo para manter a qualidade de vida.
A verdade é que o status, o consumismo e a falta de controle financeiro ainda são as principais motivações para as longas jornadas de trabalho e uma busca desenfreada para ganhar mais e mais.
Milhares de profissionais estão há décadas na mesma situação: exaustos, frustrados e com a saúde comprometida. Tanto que a Agência de Saúde Pública de Barcelona, na Espanha, destacou que viver para trabalhar pode causar, principalmente, problemas cardíacos, doenças de pele e transtornos mentais, como a depressão.
Diante desse cenário, a pergunta que resta é: será que vale mesmo a pena dedicar toda a sua existência ao trabalho?
Disponível em: https://empreendacomproposito.com.br/qualidade-de-vida-viver-para-trabalhar-ou-trabalhar-para-viver/. Acesso em maio 2021. (fragmento)
TEXTO III
Disponível em: https://www.paraalemdocerebro.com.xn--paraalmdocrebro-gnbe.com/2015/12/trabalhar-para-viver-e-nao-o-contrario.html. Acesso em maio2021.
TEXTO IV
O partido espanhol Más País enviou ao governo uma proposta que visa a reformular a dinâmica tradicional de uma semana de trabalho. A ideia é que o empregado passe a atuar apenas quatro dias úteis. A tentativa, de acordo com o professor Antônio Rodrigues de Freitas Júnior, da Faculdade de Direito da USP, retoma uma “tendência histórica do direito do trabalho”.
“O que o direito do trabalho historicamente fez foi fixar limites máximos para a jornada de trabalho, de tal modo que a sujeição do empregado tivesse parâmetros máximos, os quais a sociedade considerasse aceitável. A história do trabalho tem sido a história da fixação de limites para a exploração do trabalhador”, comenta o especialista. [...]
A busca pela fixação de limites se explica pelo fato de que, “a partir de uma certa quantidade de horas trabalhadas, o trabalho deixa de ser, para o empregado, uma atividade que traz ganhos de inserção social e possibilidade de participação na riqueza do país e passa a ser uma fonte de morbidez e doença”, como explica Freitas Júnior.
Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/reducao-de-jornada-de-trabalho-e-discutida-em-varios-paises/. Acesso em maio 2021. (fragmento)
Gabarito: